CONSTRUÇÃO
DA ESCUNA YAMANDU
Proprietário: Nelson Luiz Barros Moraes
Endereço(s) de email(s):
nl.barrosmoraes@uol.com.br
claudia.nelson@uol.com.br
PROJETO
Foto 1: Projeto: Rimandas Krisciunas (SP);
Construção: Estaleiro Boa Esperança (Mestre
Emídio) – Cururupu (MA)
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Foto 2: Acredite se quiser: Cururupu existe mesmo! – às
portas da Floresta Amazônica
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Foto
3: Tudo tem um começo e a Yamandú começou com
essa pilha de madeiras (de lei , é claro)
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Foto 4: Jegue: o principal meio de transporte na região (fora
a moto-táxi – R$ 1,00 a corrida!)
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Foto 5: Posicionamento do Redondo da Popa utilizando tecnologia
de içamento de “última geração”.
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Foto 6: Quilha e cavernas: a escuna vai tomando forma (atenção
às dimensões das peças de madeira!)
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Foto 7: é assim que se faz um bom alinhamento das estruturas...
(computador? O que é isso?)
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Foto 8: O enchó! Sem essa ferramenta mágica, que parece
um machadinho, nada pode ser feito. (está para o artesão-carpinteiro-naval
assim como o estetoscópio está para o médico
ou a calculadora científica para o engenheiro)
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Foto
9: Posicionamento do talhamar. Novamente o emprego de “alta
tecnologia”... e muita coragem!
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Foto 10: Outra vez nosso velho enchó: para ele não
há limites ou tamanhos a serem “esculpidos”
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Foto 11: Como o barco vai navegar no “mar oceano” (alto-mar),
um “reforçozinho” para a proa não custa
nada....
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Foto
12: A tecnologia de “alinhamento” vale para qualquer
parte do barco
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Foto
13: A menina vai tomando forma. Já dá para imaginar
o tamanho?
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Foto
14: Ao lado do futuro, uma constatação que a habilidade
é um dom desde a infância. Não é rádio-controlada,
mas.... tem um motor de verdade!
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| Foto
15: Bom “prato” para quem quiser estudar (e visualizar)
os reforços longitudinais de um barco.
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Foto
16: E a popa vai tomando forma... Este é o 1º redondo
de popa de um total de 3! (sobrepostos)
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Foto
17: Dá para perceber o acabamento dos encaixes? Tudo graças
ao nosso amigo encho!
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Foto 18: Neste momento comecei a me sentir, realmente, um feliz proprietário
de um barco!
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Foto 19: O tabuado do casco, de itaúba, tem “só”
5 cm de espessura. E assim mesmo eles conseguem produzir todas as
curvaturas do casco com perfeição.
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Foto
20: Quilha, sobre-quilha, cavernas, longarinas, latas... Puxa parece
que ficou grande mesmo!
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Foto 21: O que é bonito deve ser mostrado outra vez!
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Foto 22: Aos pouquinhos vai tomando forma. Parece que aquela “tecnologia
de alinhamento” empregada dá certo mesmo!
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Foto
23: Uma visão interna da proa, já pintada para proteger
a madeira.
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Foto 24: Início do fechamento do convés principal. Para
não perderem o hábito (atenção à
espessura) também 5 cm.
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Foto
25: Será que existe alguém que diga que não está
ficando bonita? Para comparar tamanho... o “pesqueirinho”
ao lado!
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| Foto
26:Produção artesanal dos pilares do guarda-mancebo
de popa. São aproximadamente 60. Todos iguais, e executados
em um torno rudimentar, improvisado, contando apenas com a memória
fotográfica do operador. Melhor dizendo... do artista. |
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Foto
27: O convés vai adquirindo sua personalidade!
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| Foto
28: Primeira foto do futuro “capitão” da embarcação
ladeado pelos artistas responsáveis pela obra-prima (todos
irmãos) – Mestre Emídio, ao meu lado – de
camiseta amarela. |
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Foto 29:Uma visão dos futuros camarotes (4) a meia-nau. (eu
realmente estou sobrando nessa foto) |
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Foto
30: A “dona da pensão” inspecionando a obra
de arte (atente que ela está em pé! - Atenção
ao tamanho da sobre-quilha e das longarinas)
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Foto
31: Não acreditou que era só memória?
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Foto
32: Realmente linda!
(Conforme a obra for evoluindo, vou atualizando as fotos)
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